Dr. Mauro Quintão
Hoje não se fala em outro assunto que não seja a Gripe Suína (H1N1). Essa tão falada Pandemia também pode ser administrada, ou melhor, monitorada no seu controle de base quando adotados procedimentos padrões de higienização. A Constituição Federal do Brasil m ser artigo “V” assegura o Direito a saúde a todos os cidadãos Brasileiros, mas infelizmente não é isso que acontece.
Segundo os Médicos e alguns especialistas da OMS (Organização Mundial da Saúde), uma forma mais severa da gripe suína está emergindo por aí. É claro que não necessita de pânico, mas como dizia a sábia vovó: cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém, né?
Já foi comprovado que o vírus terrorista do momento pode ser minimizado bastante com procedimentos básicos adotados pela população como: lavar bens as mãos, usar o álcool gel (70%) higienizando as mãos por entre os dedos e não freqüentar locais de grande concentração de pessoas respirando o mesmo oxigênio. Já existem no ES empresas especializadas em higienização institucional que não devem a nada a outra de fora do País e que possuem controle de qualidade internacional em seus produtos oferecidos a população.
Estudos feitos por administradores hospitalares e bioquímicos apontam que dentre nossa população, as providências tomadas para diminuir o alastramento foram as seguintes: 44,6% se automedicaram, 20,5% não tomaram nenhuma providência, 20,5% procuraram um médico e 7,2% procuraram um posto de saúde. Dessa forma, é interessante frisar que o cuidado que o Capixaba tem para não se contaminar é maior do que a cautela que tem ao se ver com sintomas de gripe, pois menos de um terço dos respondentes que se viram com sintomas de gripe procuraram ajuda médica. Com base na necessidade de se ter uma estrutura de saúde equipada, gerida, monitorada e sanitizada de prontidão para atender aos casos de Influenza A, maioria das pessoas acreditam que os hospitais e as empresas de saúde ainda estão um pouco despreparados para atender aos casos de Gripe H1N1.
Outros dados que mudaram o cotidiano “Tupiniquim” foram: 11,6% das pessoas do ES deixaram de comer carne suína, 6,7% desistiram de viajar e 4,5% adiaram alguma viagem. Entre os que deixaram de comer carne de porco destaca-se o público feminino (14,4%), a escolaridade fundamental (14,7%) e a classe C (14,8%). Já a alteração de viagens ocorreu mais entre mulheres (13,5%), ensino médio e superior (11%) e de classe A e B (20,7%).
Há de se salientar que já é comprovado por estudos científicos o uso inadequado de materiais higienizantes tem contribuído e muito para o fortalecimento de não só a famigerada gripe suína como a micobactéria e outras mazelas que vem assolando o nosso País. Uma das medidas para prevenir a propagação do vírus Influenza A H1N1, que provoca a chamada gripe suína, é a higiene. Neste sentido, as autoridades de nosso Estado, bem como empresários, porque não falar no consumidor final, devem olhar com mais cuidado e carinho para o problema, e assim evitaríamos mais mortes. O ES é um estado promissor, e próspero. Seu povo é virtuoso e merece uma higienização a sua altura e assim ter direito a uma cidadania mais saudável e assim inaugurar de fato uma ponte nova para o novo milênio.
Um comentário:
Parabéns! Adorei seu texto!
Postar um comentário