quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Confiança no ambiente de negócios na Grande Vitória

Confiança no ambiente de negócios na Grande Vitória


 

 

  
A confiança nunca foi um tema monotemático e de fácil discussão. Podemos dizer que, a confiança no local de trabalho, além de sublime e impalpável, se torna perfeitamente perceptível. Temos visto no decorrer do dia-a-dia das empresas capixabas vários intempéries que podem ocasionar uma verdadeira Tsunami moral na confiança do ambiente de trabalho.

 

 

 
Ao gestor ou ao responsável direto por seus colaboradores cabe inexoravelmente a responsabilidade do zelo total pelas pessoas com quem trabalha. Uma das formas que já vem sido praticada através dos tempos com grande freqüência e que causa um dolo direto ao empregado é o que chamamos de assédio moral. Apesar da banalização deste tema por parte de alguns juristas, gestores e operadores do Direito, essa triste realidade ainda continua tatuada nos anais da história brasileira que nos remete a época de Vasco Fernandes Coutinho e as Capitanias Hereditárias.

 

 

 
Por parte da população mais leiga é que se vem à dúvida do que é assédio moral e humilhação no ambiente de trabalho. A humilhação tem um sentimento de ofensa, menosprezo, rebaixo e leva a pessoa a condição de inferiorizado perante aos seus colegas. Já o assédio moral é a exposição direta dos trabalhadores e/ou trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras de forma repetitivas ou prolongadas durante a jornada de trabalho e/ou no exercício de suas funções.

 

 

 
No assédio moral o dano ao trabalhador é de longa duração, de um ou mais chefes dirigido a um subordinado, desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho forçando a desistir do emprego. Em nosso Estado são vastas as situações que tangenciam para essa esfera de debate tão controverso.

 

 

 
Agora façamos uma introspecção reflexiva para solucionar estes problemas e readquirir a confiança no ambiente de trabalho. Em primeiro lugar se habilite para o que você deseja fazer, pois hoje não há falta de emprego, e sim um exigente mercado que necessita sugar para si profissionais que se especializaram para sua área. Saibam que o trabalho árduo e confiante não é fruto de um solitário trabalho, e sim de um árduo trabalho de equipe.

 

 

 
Confiança no local de trabalho passa por valorizar e estimular a adoção de alguns comportamentos que são primordiais para que você não viva num conflito e cause para si um uxoricídio moral entre eles podemos citar:

 
 
  • Competência - Conjunto de habilidades, talentos e características que permitem à pessoa ter influência em determinado campo de atuação.

  • Transparência - A atitude de dizer a verdade e colocar sinceramente as expectativas que se tem em relação ao outro.

  • Cumprimento das metas - Trata-se de realizar o que se prometeu ou comprometeu a fazer.


  • Consistência - É a característica da pessoa cujas atitudes estão alinhadas com um histórico de condutas passadas.


  • Comprometimento - Uma pessoa comprometida atua com auto-responsabilidade, seriedade e empenho em atingir os resultados esperados.


  • Coerência - Coerente é a pessoa que faz aquilo que prega, que considera bom para os outros o que considera bom para si mesma.

  • Cumplicidade - Trata-se de criar algo em comum com o outro, uma relação de parceria e lealdade na qual os objetivos e motivos estão implícitos.

  

 
No Espírito Santo, em todos os ambientes de trabalho no qual se puxam a tese de confiabilidade entre os colaboradores não podemos nos furtar em dizer que o profissional confiante é aquele que está linkado, plugado e interfaceado nas tecnologias de comunicação que embasam nossa sociedade profissional moderna. É o que afirma o executivo, perito em artes visuais e consultor empresarial Gabriel Steinbach.

  

 
Steinbach, apesar de jovem já possui uma vaga experiência em Dinâmica, Comunicação Empresarial e Semiótica Aplicada. Segundo ele, o trabalho confiante em equipe é reconhecido como poderoso instrumento para o ganho de performances nas organizações capixabas. Não se parece difícil assimilar a idéia, confiança é fundamental para o trabalho em equipe, o mesmo já não se pode dizer em se por essa idéia em prática. Por isso, se está lhe faltando confiança num ambiente de trabalho busque dentro de si a confiança que está dentro de você, pois só tenho um lugar que o sucesso vem antes do trabalho e esse lugar se chama dicionário. No mundo cosmopolita as únicas coisas que caem do céu são urubu enfartado, chuva e avião com defeito.

 

  
Trabalhe que sem dúvida você chegará lá !

 

   
Dr. Mauro Quintão

 
Administrador Hospitalar membro efetivo da FBAH (Fed. Brasleira de Administradores Hospitalares)

 
Especialista em Biodireito e Direito Médico

 
Jornalista e escritor profissional membro da AJEL (Academia Jovem Espírito-santense de Letras) e da

 
ABJC (Associação Brasileira de Jornalismo Científico)

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O Espírito Santo e o fenômeno do “Pobre Menino Rico”

O Espírito Santo e o fenômeno do “Pobre Menino Rico”




Parece brincadeira, mas continuamos a assistir em nosso Estado o fenômeno antropo-social intitulado do “Pobre Menino Rico”. Ainda nos dias de hoje você deve ter ouvido o famoso dito popular, comum entre famílias com negócios próprios, que sejam eles empresários, prestadores de serviços públicos, industriais ou comerciantes: “Pai Rico, Filho Nobre, Neto Pobre”. Talvez você até acredite que esse círculo histórico seja normal.

Na história de nosso Estado este tipo de sucessão descontrolada vem sendo escrita, muitas vezes com sangue, com ilustrações dignas do reino das águas claras desde a posse da Capitania do Espírito Santo por Vasco Fernandes Coutinho, em 1535.

Tenho visto em encontro de gestores, comentários fantasmagóricos de herdeiros de grandes empresas no Estado que segundo eles, suas empresas utilizam materiais de procedência duvidosa e sem certificação para assim reduzir a um décimo dos seus custos operacionais, sem nenhuma preocupação tributária ou responsabilidade social e compromisso com a saúde de seus colaboradores.

Ora, nos dias de hoje é inadmissível que um empresário não prime por soluções qualitativas e chanceladas por órgãos de controle de qualidade de reconhecimento internacional (ISO 900/ISO 14000). Um bom exemplo são famílias de empresários capixabas que vinculam no contrato social de sua holding (empresa que comanda as outras empresas) a formação acadêmica científica como fator diferencial necessário para o herdeiro para assumir o cargo de direção em suas empresas.

O fenômeno do “Pobre Menino Rico” não é uma exclusividade do mundo empresarial capixaba, e sim, de todo o universo globalizado. Desconsiderar a responsabilidade num processo sucessório é banalizar o futuro de outras gerações, e porque não dizer, o da população em geral que vem a depender da geração de emprego.

Com essa nova fase do pré-sal em terras capixabas o empresário tem em seu horizonte uma gama de produtos e serviços que servirão de mola propulsora para o crescimento do Estado, mas para isso ele deve estar “linkado” em tudo que converge para o bem-estar da população.

Lembre-se para realizar suas conquistas é preciso, em primeiro lugar, desejar , querer, depois criar um planejamento para realização, se habilitar, e por último colocar-se-o em ação. Assim o dinheiro virá em conseqüência do seu sonho que motivou todos os aspectos da vida e de um processo sucessório vitorioso. Por isso, afirmo que “quem não tem sonhos não tem motivo para viver”, afinal, para que serve o dinheiro senão para realização de sonhos pessoais, familiares e coletivos. Se você é hoje o “Filho Nobre”, está na hora de se ligar, o Brasil está iniciando a terceira revolução do dinheiro, a qual iguala a todos. Daqui para frente só o mercado é nobre e você é livre para negociar com o mercado. No mundo empresarial não existe lugar para falhas. Se habilitando você deixará de ser mais um “Pobre menino Rico” e passará a ser um líder de verdade!



Dr. Mauro Quintão

Empresário

Administrador Hospitalar e especialista em Biodireito

Conheça nosso trabalho :

http://www.mquintao.com.br/
http://www.cronosda.com.br/

terça-feira, 22 de setembro de 2009

GRIPE SUÍNA: HIGIENIZAÇÃO E AS MUDANÇAS NO COTIDIANO CAPIXABA

Dr. Mauro Quintão



Hoje não se fala em outro assunto que não seja a Gripe Suína (H1N1). Essa tão falada Pandemia também pode ser administrada, ou melhor, monitorada no seu controle de base quando adotados procedimentos padrões de higienização. A Constituição Federal do Brasil m ser artigo “V” assegura o Direito a saúde a todos os cidadãos Brasileiros, mas infelizmente não é isso que acontece.

Segundo os Médicos e alguns especialistas da OMS (Organização Mundial da Saúde), uma forma mais severa da gripe suína está emergindo por aí. É claro que não necessita de pânico, mas como dizia a sábia vovó: cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém, né?


Já foi comprovado que o vírus terrorista do momento pode ser minimizado bastante com procedimentos básicos adotados pela população como: lavar bens as mãos, usar o álcool gel (70%) higienizando as mãos por entre os dedos e não freqüentar locais de grande concentração de pessoas respirando o mesmo oxigênio. Já existem no ES empresas especializadas em higienização institucional que não devem a nada a outra de fora do País e que possuem controle de qualidade internacional em seus produtos oferecidos a população.


Estudos feitos por administradores hospitalares e bioquímicos apontam que dentre nossa população, as providências tomadas para diminuir o alastramento foram as seguintes: 44,6% se automedicaram, 20,5% não tomaram nenhuma providência, 20,5% procuraram um médico e 7,2% procuraram um posto de saúde. Dessa forma, é interessante frisar que o cuidado que o Capixaba tem para não se contaminar é maior do que a cautela que tem ao se ver com sintomas de gripe, pois menos de um terço dos respondentes que se viram com sintomas de gripe procuraram ajuda médica. Com base na necessidade de se ter uma estrutura de saúde equipada, gerida, monitorada e sanitizada de prontidão para atender aos casos de Influenza A, maioria das pessoas acreditam que os hospitais e as empresas de saúde ainda estão um pouco despreparados para atender aos casos de Gripe H1N1.

Outros dados que mudaram o cotidiano “Tupiniquim” foram: 11,6% das pessoas do ES deixaram de comer carne suína, 6,7% desistiram de viajar e 4,5% adiaram alguma viagem. Entre os que deixaram de comer carne de porco destaca-se o público feminino (14,4%), a escolaridade fundamental (14,7%) e a classe C (14,8%). Já a alteração de viagens ocorreu mais entre mulheres (13,5%), ensino médio e superior (11%) e de classe A e B (20,7%).

Há de se salientar que já é comprovado por estudos científicos o uso inadequado de materiais higienizantes tem contribuído e muito para o fortalecimento de não só a famigerada gripe suína como a micobactéria e outras mazelas que vem assolando o nosso País. Uma das medidas para prevenir a propagação do vírus Influenza A H1N1, que provoca a chamada gripe suína, é a higiene. Neste sentido, as autoridades de nosso Estado, bem como empresários, porque não falar no consumidor final, devem olhar com mais cuidado e carinho para o problema, e assim evitaríamos mais mortes. O ES é um estado promissor, e próspero. Seu povo é virtuoso e merece uma higienização a sua altura e assim ter direito a uma cidadania mais saudável e assim
inaugurar de fato uma ponte nova para o novo milênio.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Cidadão Vitoriense


No dia 17 de setembro de 2009, fomos agraciados com a honraria maior da Cidade de Vitória que é o Título de Cidadão Vitoriense. Na foto, MQ e Vereador Zezito Maio que foi o autor da Comenda.